A história de Nair Pequena, passista fundadora da

来源:hongwy.com   作者:   发表时间:2020-02-12 07:05:28

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Na história da Estação Primeira de Mangueira, poucos dias foram mais tristes do a Quarta-feira de Cinzas de 11 de fevereiro de 1970, há 50 anos. A escola estava em pleno desfile quando a querida passista Nair Pequena, uma das fundadoras da Verde-e-Rosa, sofreu um mal súbito e foi levada para o Hospital Municipal Souza Aguiar. Os componentes da agremiação ainda estavam por completar o trajeto quando chegou a notícia da morte da veterana, aos 72 anos. Atordoados, eles tentaram continuar o espetáculo, mas não teve jeito. A bateria parou, e o então presidente da Mangueira, Juvenal Portela, anunciou o óbito ao microfone, com voz emocionada. A partir de então, o desfile virou marcha fúnebre, com os integrantes caminhando de cabeças baixas ao som de um surdo triste, em toque de funeral. 

- Não podemos continuar sem Nair, uma de nossas diretoras, a imagem de luta e sacrifícios da nossa escola. Ela começou esse desfile conosco, e só a morte a retirou da escola. Não podemos prosseguir - disse Portela ao público, de acordo com a edição do GLOBO de 12 de fevereiro.

A passista seria lembrada diversas vezes depois de sua morte. Ainda em 1970, os compositores Ubirajara Cabral e Carlos Pereira de Sousa escreveram "Quero morrer sambando", em homenagem a Nair. Quase 40 anos mais tarde, a cultuada cantora Alcione lançou "Nair Grande", faixa do disco "Acesa", de 2009.

- Nair era minha madrinha. Naquela época, os pais levavam seus filhos recém-nascidos para ela mostrar a lua cheia. Era uma tradição no Morro da Mangueira. Nair era uma pastora, muito conhecida e respeitada na comunidade - relembra Edson Marcos, presidente do Conselho Deliberativo e Fiscal da escola, que, aos 11 anos, estava na Presidente Vargas no momento da morte da passista. - Nair também era uma cozinheira excelente, fazia as feijoadas da vitória, quando a Mangueira era campeã, junto com a dona Zica e a dona Neuma. 

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